quarta-feira, 29 de junho de 2011

Reflexão!

Igualdade Invisível


 "Eu só queria que todos tivessemos os mesmo direitos de ir e vir, de expressão, de trabalhar, de viver, de ser feliz. Eu só queria que tudo fosse mais justo, que o caviar que o rico come fosse divido em vários pratos de arroz com feijão para alimentar mais bocas. Que o ensino de qualidade dos mais favorecidos chegasse as escolas das comunidades. Que os jovens das classes C, D, E... tivessem o direito de escolher a carreira que querem seguir, não apenas pelo dinheiro, mas sim pela satisfação, e ter apoio pra isso, mas fica muito difícil quando o governo, que é quem deveria ajudar, resolve privilegiar os filhos de médicos e empresários com as bolsas de estudos já que tiveram as notas mais altas, é claro, eles sempre tiveram um ensino de qualidade e quando não, foram para o exterior para aprender algo.
   Eu só queria que as crianças fossem crianças, que não precisassem ficar nos faróis para ajudar no sustento da família ou no sustento do vicio dos pais, pais estes que não tiveram a educação e a base necessária quando ainda eram apenas crianças.
   Queria que daquelas mansões suntuosas fossem feitas casas mais simples para que, ao invés, de abrigar 5 pessoas que fossem abrigadas 1.000.
   Queria que todos nós pudessemos sonhar, mas ter a certeza de que se batalharmos esse sonho poderá se realizar, mas que chance temos se hoje quem dita as regras é o dinheiro que não temos? Mas se trabalharmos vamos conseguir o dinheiro! Vamos sim, o suficiente para não morrer de fome e frio. Se você não tem dinheiro não consegue um estudo de qualidade, se você não tem um estudo de qualidade não consegue uma bolsa para a faculdade, se você não tem uma graduação, no mínimo, não consegue um bom trabalho, sem um bom trabalho você não tem o "ditador de regras".
   Só queria que todos pudessemos ter esperança, mas no país em que vivemos a esperança não é a ultima que morre,  ela simplesmente não nasce."

2 comentários:

  1. Isso é o comunismo. Será que essa seria a solução?
    Não concordo com o que disse sobre "...no país onde vivemos a esperança não é a última que morre, ela simplesmente não nasce.". Será que isso é no país onde vivemos? Não seria um problema global? Olhe em volta... Isso acontece no mundo todo. Culpar o país não muda nada.
    Kennedy (mesmo sendo um filho da puta) disse uma frase que é muito foda e resume o que eu quero dizer..
    "Ask not what your country can do for you, but what you can do for your country"!

    Espero que continue com o blog!
    Beijão!

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  2. Concordo que culpar o país não muda nada e que tampouco é um problema nacional, porém são os governantes que estão a frente de tudo, e se eles não fizerem nada por nós, quem fará? Uma hora a gente cansa de remar e não chegar a lugar nenhum. =/

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